Queijaria Du Pidrim — Est. 2025

Tempo,
feito queijo.

Queijos Minas artesanais maturados na Fazenda Corrente Canoa, em São João Evangelista.

Conheça
Queijo artesanal Du Pidrim
I
Leite cru
Sem pasteurização. O caráter vem do leite mineiro.
II
Lote limitado
Pequenas produções. Cada peça numerada.
III
Maturação lenta
De 21 a 90 dias. Sem atalho, sem pressa.
IV
Certificação ARTE
Queijo Minas Artesanal · MG.
O que nos move

Tradição não se apressa — e o bom queijo também não.

Cada peça que sai da fazenda é um pedaço de uma cultura inteira. Servimos o que comemos em casa.

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Leite cru, pingo natural

Nada de fermentos industriais. A própria vida do leite mineiro dá o caráter a cada queijo.

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Apenas quatro ingredientes

Leite cru, pingo, coalho e sal — e só. Nada de fermento industrial, nada de atalho. O caráter vem do leite mineiro.

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Três gerações

O método veio dos avós. As mãos hoje são as do Pidrim e da família — mesma receita, mesma hora.

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Mar de Morros

O microclima da serra mineira molda o pasto, o leite e, enfim, cada casca.

Experiências

Para além da tábua — momentos com a família mineira.

Quatro maneiras de viver a Du Pidrim: na nossa mesa, na sua mesa ou na mesa de quem você quer presentear.

Café da Manhã Familiar
Manhã na fazenda
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Café da Manhã Familiar

Pão de fermentação natural, café coado na hora e os queijos da casa numa mesa posta sob a luz do amanhecer mineiro. Para grupos de até 12 pessoas, na Corrente Canoa.

Reservar manhã
Reunião com Queijo e Vinho
Tarde curada
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Reunião com Queijo e Vinho

Uma tarde de conversa lenta, com tábua harmonizada — vinho tinto encorpado, geleia artesanal, mel da serra. Curadoria conduzida pela família.

Agendar reunião
Degustação Executiva
Degustação guiada
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Degustação Executiva

Quatro queijos da casa, harmonizações em três tempos e a história da família contada à mesa. Ideal para encontros corporativos e celebrações reservadas.

Reservar degustação
Ritual de Presentes
Presente do interior
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Ritual de Presentes

Caixas curadas com queijo, geleia, mel e cartão escrito à mão. Para gratidões importantes — clientes, parceiros, datas que pedem mais que um cartão de crédito.

Montar caixa
Mesa & Momentos

“Cada queijo carrega o tempo, o cuidado e a memória de uma família.”

Linho que amassa devagar. Pão de fermentação lenta. A faca, o vinho, as mãos. Detalhes que compõem uma cena sensorial — e o queijo, no centro, conduzindo.

Quem somos

Uma história que cabe num queijo — e atravessa três gerações.

A Du Pidrim não nasceu de um plano de negócios. Nasceu de um menino órfão que aprendeu a fazer queijo numa fazenda emprestada, do amor que ele encontrou em Dona Avani, da travessia para os Estados Unidos e da volta de um filho à terra do pai.

Um menino órfão, uma fazenda inteira para aprender
Capítulo 01

Um menino órfão, uma fazenda inteira para aprender

Seu Pedro Marques perdeu a mãe aos nove anos e o pai aos dez. Criado pelos irmãos, enfrentou a dureza da infância sem recuo até ser acolhido pelo Sr. Levi. Foi na fazenda dele que o menino virou homem — aprendeu a lidar com gado, ganhou caráter e hombridade, e, sobretudo, descobriu o ofício que mudaria sua vida: o queijo.

O queijo como divisor de águas
Capítulo 02

O queijo como divisor de águas

Com o que aprendeu na fazenda do Sr. Levi, Seu Pedro construiu independência. Começou com pequenos lotes de gado, comprou suas próprias terras e, peça por peça, fez nome. O queijo virou sustento e reconhecimento — chegando a Brasília, Belo Horizonte e São Paulo.

Dona Avani — companheirismo no Corrente Canoa
Capítulo 03

Dona Avani — companheirismo no Corrente Canoa

Apresentado por amigos, vivendo cidades diferentes — ele em Jacuri, ela em São João Evangelista — namoraram à distância antes de casar e morarem na fazenda Corrente Canoa. Dona Avani era empreendedora: vendia doces, queijos, frangos. Seu Pedro a admirava profundamente e, em três filhos, construíram uma união sem desentendimentos aparentes — só respeito e harmonia.

A interrupção e a travessia
Capítulo 04

A interrupção e a travessia

Veio a proibição do queijo artesanal e a entrada dos atravessadores. Seu Pedro parou de produzir, passou a vender só o leite — e a renda minguou. Sem outra alternativa, atravessou para os Estados Unidos. Trabalhou duro, longe de casa, sustentando a família e segurando a fazenda nos ombros, com o peso emocional que só quem deixou tudo para trás conhece.

A perda e o silêncio que ela deixou
Capítulo 05

A perda e o silêncio que ela deixou

Dona Avani adoeceu. Seu Pedro reduziu tudo o que fazia para cuidar dela nos últimos anos. Quando ela partiu, parte da vitalidade dele foi junto. A casa esvaziou de um jeito que só a família percebe — mas a história, ainda assim, não terminava ali.

O retorno do Mírio — honrando o que veio antes
Capítulo 06

O retorno do Mírio — honrando o que veio antes

Mírio largou uma carreira promissora no Rio de Janeiro e voltou. Trouxe a família consigo e se dedicou a revitalizar a produção de queijos como forma de honrar a memória dos pais. O leite cru, o pingo, o coalho e o sal — os mesmos quatro de sempre — voltaram para o tacho. A receita é a do Sr. Levi, passada por Seu Pedro. As mãos, agora, são as da terceira geração.

“Sua história inspira todos que a conhecem — autoconfiança, resiliência e amor ao próximo.”

Em memória de Seu Pedro Marques
Nossa jornada

Sete décadas em seis pontos de uma linha que
não acabou.

“Sua história inspira todos que a conhecem — autoconfiança, resiliência e amor ao próximo.”
Anos 1950-60

Aprendizado

Órfão jovem, Seu Pedro é acolhido pelo Sr. Levi e aprende a lidar com gado e produzir queijo.

Anos 1970-80

Independência

Os queijos viram divisor de águas — terra própria, reconhecimento em Brasília, BH e São Paulo.

Anos 1990

Família

Casamento com Dona Avani na Corrente Canoa. Três filhos, parceria sem desentendimentos.

Anos 2000

Interrupção

Proibição do queijo artesanal e atravessadores — Seu Pedro atravessa para os EUA para sustentar a fazenda.

2010s

Pausa

Cuidado integral com Dona Avani nos últimos anos. Sua partida muda tudo.

Hoje

Retorno

Mírio volta do Rio com a família, retoma a produção, honra o legado. Terceira geração à frente.

O que dizem

Histórias que voltam à mesa.

Uma experiência que evoca memórias de infância no campo. O queijo do Mírio é o sabor da minha avó.
Helena Coutinho
Cliente desde 2023
Qualidade excepcional, perfeita para momentos especiais. Mandei como presente e virou tradição da empresa.
Rodrigo Maia
Sócio · Estúdio Calíope
Sinto-me transportado para o interior mineiro a cada fatia. A história da família torna o queijo ainda mais saboroso.
Beatriz Andrade
Sommelier
Visite a queijaria

Venha provar
na origem.

Degustações guiadas pela família, tour pela maturação e mesa posta com os seis queijos. Terça a domingo, com agendamento.

Endereço
Fazenda Corrente Cano São João Evangelista — MG
Aberto
Seg a Dom . 8h às 17h Fechado às segundas
Telefone
33997051062
E-mail
queijariadupidrim@gmail.com
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